VIVA FELIZ
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
DE JOAZEIRO A JUAZEIRO
DE JOAZEIRO A JUAZEIRO
Nesta data tão importante para nossa cidade, quero homenageá-la com este vídeo, contendo fotografias obtidas na internet, bem como algumas de minha autoria com fundo musical de Dilermado Reis – “Abismo de Rosas”. O vídeo mostra o Juazeiro de ontem e o de hoje. Aqui meu pai nasceu, Euvaldo Almeida, o Protético, bem como todos os seus filhos. Fomos privilegiados por nascermos e permanecermos moradores da beira do Rio, o Velho Chico. São mais de 100 anos, a família Almeida morando no mesmo lugar. Tivemos como vizinhos, Dona Patú, mãe de João Gilberto, Dr. Humberto Pereira, o médico e Sr. Piroca - Hoje não mais presentes, mas que deixaram suas marcas. Juazeiro tem muita historia para ser contada. É uma terra bela que produziu grandes talentos na poesia, na musica, no teatro e no futebol. É principalmente, a terra das Marias e dos Joãos, daqueles desconhecidos que fazem a cidade crescer e se destacar nacionalmente. PARABÉNS JUAZEIRO, PELOS SEUS 133 ANOS.
Suely Almeida
sábado, 2 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
POESIAS
Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
Vinícius de MoraesQuem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,
o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,
o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Vinícius de Moraes
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,
o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,
o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
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